domingo, 14 de junho de 2009

Ainda sobre lâmpadas: lâmpadas halógenas.

Uma lâmpada incandescente é composta por um filamento (fio extremamente fino) de tungstênio dentro de um bulbo de vidro. O filamento de tungstênio, por ser mais fino que o fio que alimenta a lâmpada, possui uma resistência elétrica bem maior que as outras partes do circuito. Com isso ele aquece, com a passagem de corrente elétrica, a ponto de "pegar fogo", ou seja, ficar incandescente.

Portanto, a luz gerada por uma lâmpada incandescente utiliza, basicamente, o mesmo princípio de uma vela. A luz é gerada por meio do aquecimento de um material. Mas por que o fio não pega fogo literalmente? - Pela falta de oxigênio dentro da lâmpada.

O interior da lâmpada, onde está o filamento, é composto de uma atmosfera de argônio ou nitrogênio, gases inertes, ou seja, que não reagem com o tungstênio, gerando a combustão.

Porém, com o uso, o tungstênio irá evaporar, deixando o filamento cada vez mais fino, até a lâmpada "queimar" (o filamento arrebenta!).

Para prolongar a vida útil de uma lâmpada incandescente, pode-se substituir o argônio ou nitrogênio por um gás halogênio. Esse gás recupera o tungstênio que evapora do filamento quando a lâmpada está acesa, depositando o vapor novamente no filamento (saiba mais). Essa "reciclagem" prolonga a vida útil da lâmpada de 2 a 4 vezes em relação a lâmpada comum.

A dica é: se você deseja usar uma lâmpada incandescente, tem a opção de usar a incandescente halógena, que possui uma durabilidade maior. Mas siga sempre as instruções do fabricante, pois elas não servem em qualquer tipo de luminária (saiba mais).

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O blog é atualizado aos domingos.

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